quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

O que fazer em caso de queimadura de água-viva?

A água-viva existe há mais de 650 milhões de anos, com espécies diferentes e espalhadas pelo mundo todo. Podem medir menos de 2,5cm e atingir até 30,5m de comprimento. O seu corpo é composto de aproximadamente 98% de água e fazem parte do filo dos Cnidários, que vem da palavra grega “urtiga que queima”. Não poderia ter nome melhor, já que podem causar queimaduras quando entram em contato com a pele de uma pessoa.

O que fazer caso isso ocorra:
- Sair da água imediatamente. As espécies encontradas no litoral brasileiro não costumam ser venenosas, mas algumas pessoas podem ter reações alérgicas tão fortes que correm o risco de se afogar.
- Não toque na queimadura e muito menos coce. Quando a água-viva atinge a pele, ela libera filamentos chamados nematocistos, que se rompem se a pessoa coça ou esfrega a pele.
- Lavar a área atingida com água do mar ou soro fisiológico. A água quente e a doce ajudam este nematocistos a se romper mais facilmente. Já a água do mar, ajuda estes cistos a se soltarem.
- Não urine sobre a queimadura. Apesar de a crendice ter um fundo de verdade, pois a urina liberaria mais facilmente os cistos, são poucas pessoas que tem o teor de acidez necessário para amenizar a dor.
 - Faça compressas de gelo para aliviar a sensação de queimadura e de dor. Não use pomadas sem orientação médica e muito menos passe manteiga em cima da ferida.
- Procure um médico se ficar muito dolorido, com enjoo, vômitos ou febres altas. A sua pele vai estar muito sensível durante alguns dias, então evite o Sol para não ficar com manchas no local.

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