quarta-feira, 29 de junho de 2011

Será que o problema é realmente do outro?

Um homem telefona ao médico para marcar uma consulta para a sua mulher.
A atendente pergunta:
- Qual o problema de sua esposa?
- Surdez! Não ouve quase nada.
- Então, o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la fará um teste, para facilitar o diagnóstico do médico. Sem que ela esteja olhando, o senhor, a uma certa distância, falará em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouví-lo. Então, quando vier, dirá ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu.. Certo?
- Está certo.
À noite, enquanto a mulher preparava o jantar, o senhor decidiu fazer o teste. Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou:
Estou a 10 metros de distância. Vai ser agora!
- Júlia, o que temos para o jantar?
Nada. Silêncio. Aproxima-se a 5 metros
- Júlia, o que temos para jantar? Nada. Silêncio.
Fica a 3 metros de distância:
- Júlia, o que temos para o jantar?
Silêncio. Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
- Júlia! O que temos para o jantar?
- Frango! É a quarta vez que eu respondo!

NORMALMENTE, NA VIDA, PENSAMOS QUE AS DEFICIÊNCIAS SÃO DOS OUTROS E NUNCA NOSSAS...

Vamos reparar melhor em nós mesmos!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Um sorriso pode mudar tudo!

"Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: amor no coração e sorriso nos lábios."
Martin Luther King

quarta-feira, 22 de junho de 2011

PUDIM (não é de Martha Medeiros)

"Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir Pudim de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente um pedacinho minúsculo do meu pudim preferido. Um só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um pudim bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O PUDIM é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'.
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar vários pedaços de pudim, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo. UM DIA. Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga:
um pudim inteiro um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem macias e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente. OK?
Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago."

Aqui Martha Medeiros diz que esse texto não é dela.

domingo, 19 de junho de 2011

Curvas para Que Te Quero

Aqui na terra do churrasco, existe um ditado pertencente ao povo gaúcho afirmando que as carnes mais gostosas são as localizadas mais perto do osso. Verdade. Mas se a metáfora for utilizada para valorizar um esforço. Ou para referir-se aos suculentos cortes de costela assada.
Porque se tratando de mulher, meu amigo, carne boa é aquela que fica longe - bem longe - do osso.

Foi-se o tempo das vacas magras, onde as modelos de beleza feminina serviam tanto para as passarelas quanto para serem expostas em feira de ciências. Quem gosta de osso, é cachorro vira-lata. Homem gosta de carne e curvas - não à toa somos fanáticos por churrasco e Fórmula 1. E que o crédito seja dado à Juliana Paes e a formosura amortecedora de sua curvatura. Antes dela, a bossa estética do mulherio era passar horas pedalando numa bicicleta sem roda, diante de um espelho, que dá a sensação de serem três quilos mais gordas - embora eu dissesse mais gostosas.

Duelando contra a gravidade e remando contra as corredeiras da produção de celulite, bundas e mais bundas foram embora suor abaixo. E nós, homens, aqui sentados na frente da tevê com um pacote de Doritos, achando tudo aquilo um desperdício. De tempo e, principalmente, de carnes. Mas aí, as mulheres vão mochochar "o homem que diz que gosta de celulite está mentindo". Ok, alguns homens ficam nauseados com celulite. O Clodovil não gostava quando era vivo. O Ney Matogrosso, o MC Lacraia e o Leão Lobo o-d-e-i-a-m! Dizem as más línguas que o Victor Fasano também não é chegado a furinhos atrás da coxa.
Certo, admitamos: um bumbum que lembra um queijo minas ou a bacia hidrográfica do Rio Grande do Sul não é um fetiche masculino e merece uma bambuterapia linfática. Porém, ao conhecer uma garota atraente, divertida, com papo gostoso e alguns parafusos a mais na cabeça, vou eu me preocupar com um pouco de lipodistrofia ginóide na bunda? Viu, até o nome científico do troço é mais feio! Eu estou com o Pedro Bial. Basta levar um tapinha do obstetra para começar a morrer e criar celulite. Faz parte da vida.

Mas, sinceramente, nós julgamos as mulheres celulitadas. Julgamos ela a garota certa, que não vai torcer o nariz para destroçar um xis picanha às quatro da manhã, depois da balada. Ela não é daquelas que janta meia alface, uma azeitona e uns aspargos e em seguida vai transar com você com cara de fome. Pois fatalmente, a diferença das magrelas e das gostosas começa em cima da cama. Mulher boa é aquela que não produz sensações visuais apenas, mas faz nosso corpo estremecer de prazer, mexendo deliciosamente como uma máquina de lavar velha. Isso que é coisa gostosa, já cantava o Roberto Carlos, sabendo que não precisava ser seca para ser formosa.
Então mulheres, dêem uma trégua de uma vez por todas para suas complicações circulatórias e para as guloseimas que entram via oral com destino à bunda, sem escalas. Beleza estética faz bem aos olhos sim, mas não põe cama, mesa e banho. E não há cara que negue o quanto é aconchegante ser bem recebido entre um par coxas roliças e bem servidas.

Gabito Nunes

(Imagem via Google e texto recebido por e-mail)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Como proceder em caso de engasgamento ou afogamento


Como proceder
Ligue imediatamente para os bombeiros no 193

>> Criança de até um ano:

- Deite a criança de bruço com a cabeça um pouco mais baixa do que o corpo

- Posicione a mão em forma de “V” na maçã no rosto, deixando livres o nariz e a boca

- Com a mão em formato de concha, dê palmadas bem no meio das costas da criança

>> Adulto:

- Aproxime-se e pergunte se a vítima está afogada ou engasgada. Na maioria das vezes, a pessoa não conseguirá responder, mas a expressão indicará o problema

- Fique atrás da pessoa, feche o punho e coloque na altura do estômago. Abrace a vítima com o punho fechado e comprima para dentro e para cima, com intenção de empurrar o ar do pulmão para desobstruir as vias aéreas

* O mesmo procedimento é indicado para crianças acima de um ano, porém com força de compressão menor

Fonte: Alexandre Cardoso, bombeiro militar do Batalhão de Itajaí

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Paciência

Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados… Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma “lady” solta palavrões e berros que lembram as antigas “trabalhadoras do cais”… E o bem comportado executivo?
O “cavalheiro” se transforma numa “besta selvagem” no trânsito que ele mesmo
ajuda a tumultuar…
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma “mala sem alça”. Aquela velha amiga uma “alça sem mala”, o emprego uma tortura, a escola uma chatice.

O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava
demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a
cabeça, inconformado…
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética
dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é “ansioso demais” onde ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você?
Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para quê?
Por quem?
Seu coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire… Acalme-se…
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia
vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência…

Paulo Roberto Gaefke

A Parábola do Muro

Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, Seus anjos e pessoas leais a Ele. Do outro, satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus. E em cima do muro havia um rapaz indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se aproveitaria um pouco os prazeres da carne. Sem iniciativa, ouvia o grupo do lado de Deus gritar sem parar:
- Ei! Desce do muro agora! Vem pra cá!
Já o grupo do inimigo não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o rapaz inerte resolveu perguntar ao diabo:
- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles! Por que você e seu grupo não me chamam, nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi sua surpresa quando satanás respondeu:
- É porque o muro é meu.

Autor desconhecido

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Blogger