terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ser chique é uma questão de atitude


Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como atualmente. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda.

Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa recheado de grifes importadas. Muito mais que um belo carro alemão. O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta.


Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes. Mas que, sem querer, atrai todos os olhares, porque tem brilho próprio. Chique mesmo é quem é discreto, não faz perguntas inoportunas, nem procura saber o que não é da sua conta. Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e abominar a mania de jogar lixo na rua. Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos. Chique mesmo é não se exceder nunca.

Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir. Chique mesmo é olhar no olho do seu interlocutor. É “desligar o radar” quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar atenção à sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra. É ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, mas ficar feliz ao ser prestigiado. Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quanto a vida é breve e de que iremos todos para o mesmo lugar. Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem cruzar no caminho e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem. Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

Gilka Aria.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Para ler e pensar: Maionese e Café


Quando parece que há coisas demais na vida para você cuidar, quando as 24 horas de um dia não são suficientes, lembre-se do balde de maionese e das duas xícaras de café...


Um professor começou a aula para a sua classe de filosofia com uma série de objetos à sua frente. Sem dizer uma palavra, pegou um enorme balde de maionese vazio e passou a enchê-lo com bolas de golfe. Quando terminou, perguntou aos seus alunos se o balde estava cheio. Eles concordaram que estava. O professor pegou então uma caixa contendo cascalho e derramou seu conteúdo dentro do balde. Ele chacoalhou levemente o balde e o cascalho se espalhou pelos espaços abertos entre as bolas de golfe. Ele perguntou novamente aos alunos se o balde estava cheio. Eles responderam que sim.

O professor pegou então uma caixa cheia de areia e a derramou dentro do balde. Obviamente, a areia preencheu todo o espaço restante. Ele perguntou mais uma vez se o balde estava cheio. Os alunos responderam com um “SIM” unânime.

O professor alcançou então duas xícaras de café que estavam sob a mesa e derramou todo seu conteúdo no balde, preenchendo efetivamente os espaços restantes entre os grãos de areia. Os estudantes riram.

“ Agora”, disse o professor, enquanto duravam as risadas. “Quero que vocês imaginem que este balde representa a sua vida”.

“ As bolas de golfe são as coisas importantes – seu Deus, sua família, seus filhos, sua saúde, seus amigos e suas paixões favoritas – coisas que preencheriam a sua vida, mesmo que todo o resto se perdesse”.

“ O cascalho representa as outras coisas que têm valor como seu trabalho, sua casa, seu carro”.

“ A areia é todo o resto, as coisas pequenas”.

“ Se você coloca a areia no balde primeiro” continuou, “não há espaço para o cascalho ou para as bolas de golfe. A mesma coisa acontece com a vida. Se você gasta todo seu tempo e sua energia com coisas pequenas, nunca haverá espaço para as coisas que são importantes para você”.

“ Dê atenção às coisas que são críticas para a sua felicidade. Brinque com seus filhos. Tome o tempo de fazer check-ups médicos. Leve sua parceira ou parceiro para jantar. Jogue outros 18 buracos de golfe. Sempre haverá tempo para arrumar a casa e consertar as coisas quebradas”.

“ Cuide primeiro das bolas de golfe – as coisas que realmente importam. Defina suas prioridades. O resto é só areia”.

Uma das alunas levantou a mão e perguntou o quê o café representava. O professor sorriu. “Fico feliz que você tenha perguntado. O café só significa que, não importa quão cheio sua vida possa parecer, sempre há tempo para uma xícara de café com um amigo”.

(Desconheço a Autoria)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Ode a bunda dura - Ailin Aleixo (Não é de Arnaldo Jabor)


Tenho horror a mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário? E, só pra piorar, tem a bunda dura? Pois então, mulheres assim são um um porre. Pior: são brochantes.

Sou louca? Despeitada? Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?

* Escova toda manhã. A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão "Alisabel é que é legal". Burra.
* Na moda: estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar "desarrumada" nem enquanto tiver transando. É capaz até de fazer pose em busca do melhor ângulo perante o espelho do quarto. Credo.
* Sorriso incessante: ela mora na vila do Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipática com orgulho-só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa, coitada.
* Bunda dura. As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem HORROR a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece! Melhor convidar o Jorjão.

Pois é, ela é um tesão. Mas não curte sexo porque desglamouriza, se veste feito um manequim de vitrine do Iguatemi, acha inadmissível você apalpar a bunda dela em público, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a seqüência de bíceps e tríceps. Que beleza de mulher. E você reparou naquela bunda? Meu deus...

Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa. Pode ter uns quilos a mais, mas é uma ótima companheira de bebedeira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas adora sexo. Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. Nem pra dela, nem pra sua.


Esse texto circula na net como sendo de Arnaldo Jabor. Um grande erro! Ele é de Ailin Aleixo, publicitária, jornalista, colunista da VIP, editora da revista Viagem e Turismo dona do site Gastrolândia. Visitem!

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